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ÉRICO HILLER

Sem Título, 2019/2020
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SOBRE

Belo Horizonte, MG.
Vive e trabalha em São Paulo, SP.



Érico Hiller se interessa pela fotografia que evidencia as contradições sociais e ambientais em uma poética documental intensa e surpreendente. Seu envolvimento com a imagem começou cedo, aprofundando-se na fotografia durante os estudos em Comunicação Social, quando a mesma deixou de ser apenas interesse para se tornar vocação e, depois, percurso profissional.


Em 2008, realizou um extenso ensaio fotográfico sobre as tensões sociais em grandes cidades da Argentina, Brasil, China, Índia, México e Rússia. Entre 2011 e 2012, esteve no Ártico, na Tanzânia, na Etiópia, nas Maldivas e na Mata Atlântica, documentando regiões ameaçadas do planeta, expedições que resultaram nas publicações Emergentes (2008) e Ameaçados (2012). Em 2016, publica A Jornada do Rinoceronte. Em 2018, realizou A Marcha do Sal, revisitando o trajeto histórico percorrido por Mahatma Gandhi na Índia.


Em 2020, Hiller publica Água, projeto resultante da investigação realizada entre 2018 e 2020, quando documentou a escassez de água limpa e a falta de saneamento em países como Índia, Jordânia, Etiópia, Quênia, Bolívia e Brasil. Dedicando-se a contar histórias de pessoas sem acesso seguro à água e ao saneamento básico, Hiller enfoca a importância desse bem vital, registrando as dificuldades e injustiças enfrentadas por essas comunidades. Suas fotografias revelam o impacto profundo da falta de água segura na saúde, na qualidade de vida e no desenvolvimento social e econômico dessas populações.


Em 2024, a exposição ÁGUA na Kobbi Gallery convidou a contemplar o papel central da água em nossas vidas através de fotografias que funcionam como verdadeiras poesias visuais, lembrando que a água é a própria essência da vida e reforçando nossa responsabilidade coletiva na preservação desse recurso vital.


Em 2025, Hiller amplia essa investigação ao lançar Água Brasil, aprofundando o olhar sobre a crise hídrica no país que detém a maior reserva de água doce do planeta. Da Amazônia às regiões de seca prolongada, do sertão às periferias urbanas, o livro expõe o paradoxo entre abundância e desigualdade, revelando histórias de resistência e sobrevivência em territórios marcados pela falta de acesso à água.


Nesse mesmo ano, seu trabalho é reconhecido com o Prêmio Fundação Conrado Wessel, uma das distinções mais relevantes da cultura brasileira. Ainda em 2025, inaugura no MIS-SP a exposição ÁGUA, que apresenta imagens produzidas em diferentes países, incluindo séries coloridas e em preto e branco no Brasil, além de um vídeo de bastidores que revela o processo criativo do fotógrafo.


As imagens de Hiller já foram exibidas em instituições como Museu do Amanhã, Museu da Casa Brasileira, Casa Bandeirista, Leica Gallery, Roca Gallery, Kobbi Gallery e MIS-SP. Seu trabalho também foi amplamente reconhecido em publicações de prestígio internacional, como National Geographic, Marie Claire e Rolling Stone.

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